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Edição 70. Festa

Inácio Ludgero
Inácio Ludgero

Nascido na Amadora em 1950, Inácio Ludgero considera-se alentejano por adopção e cidadão do mundo por opção.

Frequentou o curso de Escultura da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, ingressando nos quadros do vespertino A Capital, em 1 de Junho de 1972. Daqui passou para O Jornal, onde desempenhou as funções de repórter-fotográfico, desde o primeiro número, em 1 de Maio de 1975, data em que entrou para a empresa, até à extinção daquele semanário, em Novembro de 1992.

Actualmente, é freelancer, desde que saiu no dia 10 de Março de 2008 da revista Visão. Colabora na Sociedade Portuguesa de Autores, sua casa desde sempre, e é o autor de todas as fotos do livro comemorativo dos 90 anos da SPA em 2015.

Em Junho de 1994, publicou, juntamente com José Jorge Letria, no Círculo de Leitores, um álbum fotográfico a preto e branco, com textos poéticos, intitulado Lisboa, Capital do Coração.

Nesse ano ganhou também o 1.º prémio do 8.º Concurso de Fotografia do Meio Ambiente da Câmara Municipal do Barreiro, na categoria de preto e branco, bem como o Prémio Gazeta (Prémio Nacional de Foto-reportagem de 1993, do Clube de Jornalistas) com a fotografia de capa do primeiro número da Visão, efectuada na coluna do Huambo (Angola), com o título Pietá Negra, a qual viria a ser distinguida como uma das 50 fotos do século XX, pela Associated Press, em Julho de 1999.

Nesta dura experiência, contou com a amizade e a camaradagem do seu companheiro de reportagem, José Plácido Júnior. O mesmo aconteceu com o seu companheiro Filipe Fialho numa reportagem que ambos fizeram em Timor e da qual resultou uma exposição que percorreu Portugal inteiro e o mundo, durante mais de um ano, sob o tema Os Mártires do Silêncio. Sobre Timor, publicou também um álbum fotográfico em Fevereiro de 2000 com o título “12 Dias com os Mártires do Silêncio”. Nos 20 anos sobre o referendo de Timor terá no Café del Art em Lisboa uma exposição dessas fotos de 1999, sobre o Referendo que culminou na Independência de Timor.

Em 2003, participou no livro dos 20 anos do Tribunal Constitucional.

Em 2015 expôs na SPA a exposição, que hoje é itinerante, que a 25 de Abril de 2019 é apresentada no Cadaval.

Tem desde há vários anos, e também exposição itinerante, uma exposição patrocinada pela SPA que se chama Rostos com Memória, que esteve na ultima bienal de Vila Nova de Cerveira.

Publicou em 2017 o livro Soares Sempre Fixe!, conjuntamente com uma exposição itinerante.

Tem há dois anos uma exposição que tem andado por todo país chamada Os Desassossegos da Memória – o autor pediu a 8 pintores portugueses que olhassem para as suas 33 imagens e produzissem uma pintura.

Prepara a saída de mais um livro de fotografia, O Livro dos Livros, também com exposição.

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